Num grande passo em frente para a gestão sustentável dos recursos, Moçambique lançou oficialmente a sua Estratégia de Desenvolvimento da Economia Azul no dia 12 de Agosto de 2024. O Presidente Filipe Jacinto Nyusi enfatizou que a estratégia tem como objetivo gerir de forma responsável os recursos aquáticos e cumprir os compromissos internacionais até 2030.
A abordagem da Economia Azul sublinha o papel crucial dos oceanos, mares e recursos marinhos no desenvolvimento sustentável. Estes recursos são vitais para o bem-estar humano, segurança alimentar e estabilidade climática.

Moçambique, com os seus ricos recursos marinhos e de água doce, enfrenta desafios como a pesca ilegal, a poluição e as alterações climáticas, que ameaçam a biodiversidade. A nova estratégia visa abordar estas questões, equilibrando a necessidade de segurança alimentar e proteção ambiental.
Desde a sua participação na conferência global da Economia Azul em Nairobi em 2018 e o acolhimento das conferências “CrescendoAzul”, Moçambique tornou-se um líder na gestão sustentável dos recursos aquáticos. Estas conferências estabeleceram Moçambique como um ator chave na procura de soluções para a exploração sustentável e governação das águas marinhas e interiores.
A Estratégia de Desenvolvimento da Economia Azul assenta em seis pilares:
1. Pescas e Aquacultura
2. Energias Renováveis e Indústria Extractiva Marinha
3. Capital natural, ambiente e economia circular
4. Turismo e cultura
5. Transporte marítimo e infra-estruturas portuárias
6. Segurança Marítima

A UNIDO , através de programa “Global Market Access Programme”-GMAP, financiado pela Norad – Norwegian Agency for Development Cooperation, aplaude a iniciativa de Moçambique. O programa GMAP complementa esta estratégia promovendo a gestão sustentável dos recursos oceânicos, melhorando as capacidades dos recursos marinhos e costeiros, e apoiando as indústrias amigas do ambiente. Estes esforços são concebidos para impulsionar as indústrias locais, como as pescas e o turismo, assegurando tanto o crescimento económico como a preservação ambiental.
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